01
Dados
Ingestão, eventos e conectores. ERP, WMS, CRM, commerce, EDI e sensores entram na mesma malha.
Adaptive Layer™
A camada de dados e contexto que deixa a empresa pronta para IA.
Adaptive Layer™ conecta os sistemas da empresa, organiza a verdade operacional e entrega contexto governado para agentes e times — rodando na sua nuvem.
Vídeo
Um pitch. Um pedido. Do ERP à resposta.
Adaptive Layer™
The data and context layer that makes the enterprise AI-ready.
Adaptive Layer™
Do pedido à resposta.
A camada de dados e contexto que deixa a empresa pronta para IA.
Plataforma
A Adaptive Layer™ unifica o que a operação já produz e expõe isso como contrato único: para APIs, automações e qualquer agente.
01
Ingestão, eventos e conectores. ERP, WMS, CRM, commerce, EDI e sensores entram na mesma malha.
02
Verdade canônica e conhecimento do processo. Pedido, lote, cliente e evento atravessam a jornada uma vez.
03
APIs, regras, quick wins e agentes com dono de área. O modelo consulta a Layer — não uma planilha paralela.
Arquitetura
Fontes entram. A Adaptive Layer™ organiza dados, contexto e ação — com governança no mesmo desenho. O contrato sai para agentes, APIs e qualquer modelo.
Fontes
ERP
pedido · NF · crédito
WMS
lote · estoque
CRM / CX
cliente · ticket
Commerce
carrinho · canal
EDI / portal
B2B
Docs
política · contrato
Lake
se já existir
Adaptive Layer™
data + context layer · enterprise AI-ready
Dados
Contexto
Ação
* Vetor só depois da identidade — e só no texto sem schema.
O que a empresa destrava
Squad de agentes
dono de área · tools do processo
APIs & quick wins
automação · regras · portal
Qualquer modelo
Claude · Copilot · MCP
Runtime na nuvem do cliente ou no edge brasileiro.
Passo a passo
Um exemplo só: o pedido #4821 nasce no ERP. Acompanhe o que a Adaptive Layer™ faz, sem jargão.
ERP, estoque, CRM, portal, e-mails, PDFs de política. Cada um fala a sua língua. Ninguém apaga isso.
Pedido #4821. O comercial abre o pedido no ERP. O WMS ainda não sabe. A política de prazo está num PDF.
Um pedido nasce, um crédito é aprovado, um lote sai, um contrato é anexado. Isso é um evento — um fato do mundo real.
Pedido #4821. #4821: 40 caixas, cliente X, entrega sexta. Alguém anexa a política de SLA.
Conectores pegam o evento no sistema de origem. Ninguém redigita. Nada vai para uma planilha paralela.
Pedido #4821. O conector do ERP manda: “pedido criado”. O PDF entra como documento do mesmo cliente.
Pedido, lote e cliente viram identidade. A partir daqui, todo mundo aponta para a mesma coisa — não para três códigos diferentes.
Pedido #4821. #4821, lote L-19 e cliente X passam a ser um só registro na Layer.
Status, saldo, nota, prazo — isso já tem forma. Fica registro. Política, contrato, e-mail — isso é texto. Só o texto segue em frente.
Pedido #4821. “40 caixas, sexta” fica no registro. A política de SLA é texto: ainda não virou vetor.
Vetor é um jeito de achar texto pelo significado, não pela palavra exata. Só acontece depois da identidade — e o pedaço de texto fica amarrado ao pedido ou ao cliente.
Pedido #4821. A política é fatiada, vira vetor e aponta para o cliente X. #4821 continua número.
O time no portal, um agente de área ou o Copilot. Todos batem na mesma porta. A Layer olha permissão antes de responder.
Pedido #4821. “Por que o #4821 pode atrasar?” O agente tem dono no comercial.
Devolve o fato (prazo, estoque, status) e o trecho da política que vale para aquele cliente. Tudo logado. O modelo não inventa o pedido.
Pedido #4821. Resposta: sexta no registro + cláusula de SLA do cliente X. Audit gravou quem viu.
Capacidades
Conectores, filas e webhooks. Cada sistema continua no seu lugar. A Layer é o tecido entre eles.
Pedido, lote, cliente, evento. Grafo do processo — o dado entra uma vez e serve a jornada inteira.
Documentos, políticas e memória da operação, indexados sobre a mesma verdade canônica.
Squad por área, prompt de domínio e ferramentas executáveis. Cada agente tem dono e trilha auditável.
A Layer se expõe a Claude, ChatGPT, Copilot ou o próximo cliente. Troque o modelo. O contexto fica.
LGPD, ACLs, residência e audit. Dado na conta do cliente. Runtime na nuvem dele ou no edge brasileiro.
Como trabalha
A Adaptive Layer™ não começa no embedding. Primeiro o fato vira identidade. A vetorização acontece depois, só no que precisa de busca semântica — e sempre amarrada ao pedido, lote ou cliente.
Fluxo ao vivo
Pedido #4821fatoFato
Pedido, saldo, NF, OTD. Fica registro. Não vira vetor.
Conhecimento
Política, contrato, manual. Agora sim: chunk → embed → chave.
ERP, WMS, CRM e documentos emitem o que a operação já produz.
Vetorização
Vetor não é o primeiro passo. É o passo que o conhecimento pede — depois que a identidade já existe e a governança já cortou o que não pode sair.
O embedding aponta para pedido, lote ou cliente. Sem isso, o vetor é um trecho solto.
Políticas, contratos, manuais, atas, e-mails. O que o ERP não modela — e o agente precisa recuperar.
Reindex incremental. Não é dump único do lake. O que mudou, re-embeda. O que não mudou, fica.
ACL, residência e mascaramento já aplicados. Não se vetoriza o que não se pode devolver.
Continua registro — não vira vetor
Status do pedido
Evento + registro.
Saldo, NF, OTD
Número tem schema.
Crédito aprovado
Decisão auditável.
Governança
A Adaptive Layer™ roda na infraestrutura do cliente — AWS, Azure, GCP ou edge no Brasil.
A plataforma entra na conta do cliente. Sem extrair o dado para um SaaS de terceiros.
Cada consulta respeita as ACLs do sistema-fonte.
Cada acesso fica logado. Agente, pessoa e sistema na mesma trilha.
Residência, anonimização e DPA no desenho — não como anexo.
No campo
Order-to-delivery, Protheus, WMS, portal. Adaptive Layer no Executive Review.
Assessment, NDA e LGPD. Dado que não pode ir para API pública.
Assessment, comitê, quick wins e Layer — o método que abre a implantação.
Próximo passo
Começamos com um assessment curto e um piloto sobre a Layer — o mesmo caminho que abriu o plano do Café Orfeu.